Opinião

Viver com uma ileostomia
Enf.ª Liliana Grilo Miranda
21 Out. 2020

No universo das ostomias intestinais, e pelas suas particularidades específicas merecem algum destaque, o que se traduz numa maior vigilância e cuidado especial, refiro-me às ileostomias.

Uma história de encantar…falta só um bocadinho - APLV comparticipação do tratamento pelo estado
Prof. Doutora Henedina Antunes
16 Out. 2020

"Chamo-me Henedina Antunes e no dia 24 de junho de 2017 fui eleita Presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica. Esta sociedade tem como finalidade tratar e dar as melhores condições de tratamento a todas as crianças com problemas desta área, e fazer formação para este objetivo, bem como prevenir o aparecimento destas patologias.

Hepatites crónicas e a importância do diagnóstico precoce
Filipa Duarte
29 Jul. 2020

Comemorou-se a 28 de julho o Dia Mundial das Hepatites, dia em que pessoas e organizações de todo o mundo unem esforços para sensibilizar as populações e os decisores para a importância destas doenças.

Discutir o doente oncológico digestivo: para além do diagnóstico e da paleação
Dr.ª Catarina Andrade Fidalgo, Hospital Beatriz Ângelo, Loures
18 Mar. 2020

É difícil imaginar uma especialidade com interface maior com o cancro do que a Gastrenterologia. Sabemos que o cancro digestivo é a principal causa de morte por cancro na Europa. A nossa especialidade intervém em todos os momentos do manejo da doença oncológica: prevenção, estratificação de risco, rastreio, vigilância de lesões pré-malignas, tratamento (sim, tratamento!), estadiamento, discussão multidisciplinar, resolução de complicações da terapêutica médica ou cirúrgica, vigilância para despiste de tumores metacronos, paliação desintomas e recomendações aos familiares em risco.

Doença inflamatória intestinal: formação e treino, o que se exige além da prescrição
Dr.ª Joana Torres
11 Mar. 2020

A doença inflamatória intestinal (DII), que compreende a doença de Crohn e a colite ulcerosa, são doenças crónicas do tubo digestivo, que cursam com períodos de agudização e remissão. Previamente consideradas doenças dos países desenvolvidos, tem-se verificado um aumento da incidência em zonas do mundo onde previamente esta era uma doença rara, e também em Portugal.

O papel da farmácia hospitalar na eliminação da hepatite C
Dr.ª Paula Peixe
24 Fev. 2020

O vírus da hepatite C (VHC) foi identificado em 1989. Atualmente, vivem no mundo cerca de 71 milhões de pessoas com infeção crónica pelo VHC. Em Portugal, as primeiras estimativas apontavam para uma prevalência de cerca de 1,5% no ano 2000, tendo este valor vindo progressivamente a diminuir.

Um problema atual: anemia na DII em idade pediátrica
Dr.ª Eunice Trindade
11 Fev. 2020

São diversos os estudos que demonstram elevada frequência da anemia e/ou a deficiência de ferro nos doentes com doença inflamatória intestinal (DII). Estima-se que um quarto dos doentes em idade adulta tem anemia e mais de metade tem deficiência de ferro. Durante muito tempo tanto os médicos como os doentes subestimaram o impacto da deficiência do ferro na qualidade de vida destes doentes.

Cápsula endoscópica: importância da técnica e de reuniões como RICE 2020
Dr.ª Cristina Chagas
05 Fev. 2020

A cápsula endoscópica, disponível desde 2001 na prática clínica, veio revolucionar o estudo endoscópico do intestino delgado. Tradicionalmente de acesso  limitado e difícil, do ponto de vista técnico, era demorado, potencialmente doloroso e não permitia, na maioria dos casos, uma completa observação de toda a extensão da mucosa do intestino delgado.

A ultrassonografia na Medicina
Dr. ª Ana Caldeira
04 Dez. 2019

A utilização da ultrassonografia como modalidade de imagem na Medicina expandiu-se a quase todas as especialidades clínicas. Esta difusão baseou-se na simplicidade, acessibilidade e baixo custo para obtenção em tempo real de imagens de alta resolução utilizando radiação não-ionizante.

Mortes por cancro do pâncreas aumentou nos últimos 25 anos e prevê-se que aumente mais 50% nas próximas duas décadas
Dr. Pedro Marques da Costa
27 Nov. 2019

A neoplasia do pâncreas persiste como um dos tumores sólidos com pior prognóstico. Nas últimas décadas, os países desenvolvidos têm registado um aumento muito significativo da incidência e da mortalidade por cancro do pâncreas. Nos Estados Unidos (dados do Surveillance, Epidemiology, and End Results Program - SEERS) registou-se um aumento médio anual de cerca de 0.95% da taxa de incidência de cancro do pâncreas, ajustada à idade, desde 1994. Estes dados são replicados noutros países desenvolvidos nomeadamente no continente europeu, mas também em outras partes do globo exibindo uma correlação directa forte com os índices de desenvolvimento humano.

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