Entrevistas

Diminuição dos custos da terapêutica é a principal vantagem da utilização de biossimilares
Dr.ª Paula Ministro, Centro Hospitalar Tondela-Viseu
18 Jan. 2019

Relativamente à utilização dos biossimilares, a sua principal vantagem é económica. Quem o afirmou foi a Dr.ª Paula Ministro, em declarações ao My Gastrenterologia. Como explicou durante a mesa-redonda subjacente ao tema, que decorreu no último dia da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, “estas moléculas provaram ter qualidades farmacocinéticas e farmacodinâmicas iguais às moléculas originais”. Assista ao vídeo.

 

Biossimilares devem ser “utilizados sem problema pelos doentes e com elevada confiança pelos médicos”
Prof. Doutor João Gonçalves, FFUL
18 Jan. 2019

Atualmente, “uma das armas que existem para combater os elevados custos associados à terapêutica com medicamentos biológicos” são os biossimilares. Em entrevista ao My Gastrenterologia, o Prof. Doutor João Gonçalves, docente na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa (FFUL), garantiu que esta é uma forma de contornar a questão económica, sem perder a qualidade dos tratamentos. Assista ao vídeo.

 

Abordagem proativa na monitorização da medicação previne perda de resposta a longo-prazo
Prof. Doutor Filip Baert, AZ Delta, Roeselare, Bélgica
18 Jan. 2019

A abordagem proativa na monitorização da medicação terapêutica foi um dos temas em cima da mesa durante a Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019. O Prof. Doutor Filip Baert declarou ao My Gastrenterologia que, “atualmente, quando não se fazem testes proativos, perdem-se peças essenciais de informação”. Estes permitem “prevenir a perda de resposta aos medicamentos e criar uma situação mais segura para o doente”. Assista ao vídeo.

 

Investigação do microbioma humano garante melhor entendimento da doença inflamatória intestinal
Prof.ª Doutora Hera Vlamakis, Broad Institute of Harvard and MIT
18 Jan. 2019

Durante o terceiro e último dia da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, a Prof.ª Doutora Hera Vlamakis foi a convidada escolhida para falar sobre um projeto que está a ser realizado no âmbito do microbioma humano. De acordo com a especialista do Broad Institute of Harvard and MIT, nos Estados Unidos da América, este estudo permite validar experiências e perceber como se desenvolve esta temática no que à doença inflamatória intestinal (DII) diz respeito. Assista ao vídeo da entrevista ao My Gastrenterologia.

 

“O primeiro tratamento administrado ao doente é o mais importante”
Dr. Bruce Sands, Mount Sinai Hospital, Nova Iorque, EUA
17 Jan. 2019

Optimized outcomes in IBD” foi o tema do Simpósio promovido pela Takeda, no segundo dia da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019. Enquanto palestrante convidado esteve o Dr. Bruce Sands, que abordou o tema do tratamento de doentes com doença de Crohn e colite ulcerosa. Em entrevista ao My Gastrenterologia, o especialista afirmou que “o primeiro tratamento administrado ao doente é o mais importante”, destacando esta ideia como uma das mensagens-chave da sessão. Assista ao vídeo.

 

Monitorização da medicação terapêutica: abordagem proativa ou reativa?
Prof. Doutor Uri Kopylov, Sheba Medical Center, Israel
17 Jan. 2019

A monitorização da medicação terapêutica tem por base a medição dos “valores de anticorpos usados para fins terapêuticos, em combinação com a medição de anticorpos contra esses medicamentos”. Como explicou, em entrevista, o Prof. Doutor Uri Kopylov, este processo pode ser realizado segundo duas diferentes abordagens: proativa e reativa. Enquanto uma atua numa fase inicial, outra tenta ajustar os valores medicamentosos durante a sua terapêutica. Assista às declarações do especialista ao My Gastrenterologia.

 

Endoscopia em DII: “dilatação endoscópica deverá ser sempre uma opção a considerar”
Prof.ª Doutora Susana Lopes, CHSJ
17 Jan. 2019

“Tanto nas estenoses do trato digestivo inferior, como nas estenoses do trato digestivo superior, a dilatação endoscópica deverá ser sempre uma opção considerada”. Quem o afirmou foi a Prof.ª Doutora Susana Lopes, do Centro Hospitalar São João, em declarações ao My Gastrenterologia. De acordo com a especialista, esta é uma técnica “facilmente acessível, que não necessita de muita prática e pode ser feita logo na altura da endoscopia de diagnóstico”. Assista ao vídeo da entrevista.

 

Ecografia é um método “barato e bem aceite pelos doentes” que deveria ser mais utilizado na DII
Prof. Doutor Francisco Portela, CHUC
17 Jan. 2019

A ecografia é um “método barato”, “bem aceite pelos doentes” e que “pode ser usado quantas vezes se queira, porque não apresenta qualquer carga radiológica”. Em entrevista ao My Gastrenterologia, o Prof. Doutor Francisco Portela enumerou as razões pelas quais este recurso deveria ser mais utilizado nos doentes com doença inflamatória intestinal (DII), procurando com isso “chamar a atenção para as potencialidades da ecografia” e, posteriormente, promover a sua utilização mais frequente. Assista ao vídeo.

 

“Antecedentes de sucesso” colocam expectativas elevadas no arranque da Reunião Anual GEDII 2019
Dr. Luís Correia, presidente do GEDII
16 Jan. 2019

Tendo em conta os “antecedentes de sucesso das reuniões anteriores e da excelência do seu programa”, as expectativas para a edição deste ano da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) “são grandes”. As palavras são do próprio presidente do Grupo, Dr. Luís Correia, que destaca a esperada “comparência de mais de 350 participantes”.

 

Avanços registados em endoscopia potenciam diagnóstico de lesões que anteriormente não eram visíveis
Dr.ª Joana Castela, IPO Lisboa
16 Jan. 2019

Um dos temas em foco no primeiro dia da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019 disse respeito à vigilância dos doentes com doença inflamatória intestinal (DII), nomeadamente no que toca ao método endoscópico. Em declarações ao My Gastrenterologia, a Dr.ª Joana Castela, do IPO Lisboa, salientou a mudança de paradigma na abordagem destes doentes, provocada pelo surgimento de novos métodos de diagnóstico. Assista ao vídeo.

 

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